Retrato da situação
Levantamos entradas, saídas, dívidas, bens e o que já está aplicado, para o plano partir do que existe hoje e não de uma estimativa.
Quanto, para quando e com quanto risco, definido por escrito antes da primeira aplicação. O plano é conduzido por profissionais com certificação CFP, a credencial internacional de planejamento financeiro.
Planejamento financeiro é transformar o que você quer fazer em números com prazo. Trocar de casa em três anos, reduzir o ritmo na empresa aos sessenta, deixar a sucessão resolvida: cada um desses itens vira um valor, uma data e um nível de risco que aquele dinheiro pode correr até lá. É esse documento que a Porte escreve antes de indicar qualquer produto.
O plano não termina no papel. Ele aciona as frentes que ficam sob o mesmo teto na Porte: investimentos, crédito, câmbio, proteção e sucessão patrimonial, que é a organização de como o patrimônio passa para a próxima geração. A execução acontece na plataforma Safra Invest, onde a Porte é credenciada, e hoje o time acompanha mais de R$ 1 bilhão de patrimônio confiado ao escritório.
Levantamos entradas, saídas, dívidas, bens e o que já está aplicado, para o plano partir do que existe hoje e não de uma estimativa.
Cada objetivo recebe um valor e uma data, e é a data que define quanto risco aquele dinheiro pode correr até lá.
Você recebe o documento com os marcos do caminho, o quanto precisa aplicar por mês e o que muda em investimentos, crédito e proteção.
As revisões já saem marcadas, para comparar o previsto com o realizado e refazer as contas quando entra um fato novo.
Entra dinheiro todos os meses e ele vai se acumulando na conta, sem que ninguém tenha escrito para o que esse valor serve daqui a cinco, dez ou vinte anos.
A venda de uma empresa, de uma participação ou de um imóvel vai colocar um valor grande na conta de uma vez, e a decisão sobre esse dinheiro vai ser tomada em poucas semanas.
Você tem uma idade em mente para reduzir o ritmo, mas ninguém calculou quanto de patrimônio isso exige nem quanto falta para chegar lá.
Fica. Você recebe um documento com os objetivos, os valores, as datas e o nível de risco de cada um deles, e é ele que orienta as conversas seguintes. Nas revisões o documento é atualizado, então dá para comparar o que estava previsto com o que aconteceu de verdade.
As duas coisas, no mesmo levantamento. Financiamento imobiliário, crédito da empresa, consórcio e parcelamento entram na conta junto com as aplicações, porque uma dívida cara costuma consumir mais do que uma aplicação rende no mesmo período. Em alguns casos, o primeiro passo do plano é reorganizar o crédito, e só depois aplicar.
Um time com a credencial de cada frente: CFP para planejamento, Ancord para investimentos e Susep para seguros e previdência. O CFP é a certificação internacional de planejamento financeiro e exige prova, experiência comprovada e código de ética. Quem responde por cada parte do plano é quem tem a certificação daquela parte.
Escrito o plano, cada objetivo puxa a frente que resolve: investimento, proteção ou crédito.
Você traz o que quer resolver nos próximos anos, e a gente devolve os valores, os prazos e o caminho que isso exige.
A primeira conversa é só uma conversa. Você decide o próximo passo.